OpenMÍDIA

No que acreditamos

O desenvolvimento intelectual depende da maturação para representação e da integração. A maturação para representação depende do nível de amadurecimento do ser humano e varia com o crescimento, por meios de refinamentos constantes, sendo dividida em três modos de representação do mundo: enativo, icônico e simbólico. Por esses três modos de representação, os indivíduos passam por três estágios de processamento e representação de informações: manuseio e ação, organização perceptiva e imagem e utilização de símbolos. A integração é a capacidade do sujeito transcender o momentâneo, desenvolvendo meios de ligar passado-presente-futuro.

Tomadores de decisões
Mais líderes de empresas estão familiarizados com a internet que com qualquer tecnologia anterior. E estão mais abertos para novas ideias sobre como ser mais eficaz e produtivo. É necessário explorar alternativas de conteúdo para proporcionar novas relações a estabelecer similaridades entre as ideias. Estabelecer elos, e não correntes, é importante.
Aproveitar os mercados vibrantes
Os mercados de tecnologia, entre outros, está amadurecendo rapidamente. O resultado são mais opções, menos custos e mais poder de maneira eficaz. Fazer com que o professor assuma o papel de provocador e estimulador de novas experiências e que deve ser capaz de propor estratégias para respostas.
Reconhecer a dinâmica
Várias teorias construtivas contribuem para o entendimento de aprendizagem cooperativa. Elas têm como ponto em comum a visão de que indivíduos são agentes ativos, que, a partir de seus objetivos, buscam e constroem conhecimento dentro de contextos significativos (HSIAO, 2000).
Quebrar os vínculos de comunicação
Pensar de maneira mais estratégica sobre o aprendizado significa adotar uma variedade maior de soluções de e-learning (ensino a distância mediado por tecnologia) e de outras soluções que podem ser utilizadas para resolver um problema de desempenho, muitos dos quais não são instrucionais.
Reiventar como se aprende
As empresas precisam repensar suas propostas econômicas e de valor e aplicar a reengenharia a seus processos, a fim de tornar a informação uma segunda natureza em relação àquilo que fazem em suas rotinas. O desafio é concluir essa transformação antes que seja tarde demais e que as oportunidades migrem para outro lugar.
Colaborar e conscientizar
O conhecimento é (re)construído pelo indivíduo nas interações como o ambiente externo. Somos sujeitos ativos no processo de aprendizagem, por meio da experimentação, da pesquisa em grupo, do estímulo à dúvida e ao desenvolvimento do raciocínio.
As teorias de aprendizagem colaborativa buscam reconhecer a dinâmica envolvida nos atos de ensinar e aprender partindo do reconhecimento da evolução cognitiva do homem, e tentam explicar a relação entre o conhecimento preexistente e o novo conhecimento. Várias teorias construtivas contribuem para o entendimento de aprendizagem cooperativa. Elas têm como ponto em comum a visão de que indivíduos são agentes ativos, que, a partir de seus objetivos, buscam e constroem conhecimento dentro de contextos significativos.
(HSIAO, 2000)
Nossas Redes Sociais
A DEMOCRACIA só pode ser exercida, de modo biológico correto, quando as pessoas são educadas e informadas. E isso mostra a importância vital da educação global, a importância da disponibilidade de informação honesta e objetiva ao longo da vida das pessoas.

Nosso modelo, adotado a partir de cinco processos, segundo “The Networking Book – People Connecting with People”, de Jessica Lipnack e Jeffrey Stamps, cada um representando uma ideia significativa sobre redes. Para nós, esses conceitos se sobrepõe e se entrelaçam naquilo que Bateson* chamou de “um padrão que se conecta”.

RELACIONAMENTOS

Os relacionamentos referem-se a indivíduos com gostos e mentalidades semelhantes que entram em uma associação. Indivíduos que compartilham objetivos e interesses idênticos estabelecem um relacionamento interpessoal.

FLUIDEZ

O diálogo deve ter como objetivo ser inclusivo, não coercitivo, autorreflexivo e buscar consenso entre pessoas reais, em vez de buscar uma verdade moral absoluta e elusiva.

EU E NÓS

Viver em grupo requer esforço contínuo de estudar nossas próprias crenças e conduta, com padrões razoáveis ​​e baseados em evidências. É saber que, antes de fazer a coisa certa, é preciso descobrir o que é a coisa certa.

VALORES

Os valores são definidos como algo desejável e digno de consideração por si só. Os valores humanos são definidos como aqueles que ajudam o homem a viver em harmonia com o mundo

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